O mês de Setembro chega à Cidade das Mangueiras. O Brasil se prepara para mais uma comemoração da independência. As escolas, os militares e os cidadãos se organizam. Os tambores, os pratos e trompetes começam a fazer barulho nesta cidade para a celebração do Sete de Setembro. No entanto, em algum casarão sujo da Cidade Velha, a Abunai Produções, fazendo jus a essência punk de seu criador, ignora tudo isso e resolve fazer o seu barulho. O barulho do Hardcore Capixaba da mais bem sucedida banda de Punk/Hardcore nacional: Dead Fish. Pela segunda vez em Belém, eles trazem na bagagem, 17 anos de estrada, oito CDs (sendo seis na fase independente), um DVD, prêmios nas mídias especializadas e muitos fãs. Depois de sair da fase independente e ficarem reconhecidos nacionalmente com dois CDs e um DVD lançados pela gravadora Deckdisk, o Dead Fish assume uma nova formação com a saída do guitarrista Hóspede (Aditive). Agora, eles parecem voltar as suas raízes old school/independente, que irá trazer, sem dúvida, um sentimento nostálgico para os fãs, principalmente, os mais velhos, que acompanham o DF desde o primeiro Cd "Sirva-se". Depois de três anos, eles reaparecem por estas bandas nesta solene data de 7 de Setembro, quando todos aguardam o desfile militar com as bandeirinhas do Pará e do Brasil e se dizem "patriotas desta terra amada", eles retornam para dizer que as coisas não se resolvem dessa forma, e com a mesma essência que fez o Dead Fish sobreviver por todos estes anos.A abertura fica por conta dos Rennegados, com o seu Hardcore agressivo e crítico, e MB-4, direto da Floresta Amazônica, e um Hardcore melódico moderno. Para agradar a todos. E para você que está pensado: "Agradar a todos? Até pareci que eu, um rapaz moderno e descolado, vou entrar nessas rodas. Nem gosto desse som e nunca ouvir falar dessas bandas." A festa é para agradar a todos mesmo. Esqueça rótulos e preconceitos. Todos serão iguais e tratados da melhor maneira, injetando nas suas mentes aquilo que você mais adora: música. De qualidade. Nas pickp ups: Se Rasgum, Coletivo Pogobol, Meachuta!, Faca (Bulhufas) e Diego Lima. Pela primeira vez, os DJs que agitam as noites dos jovens-belenenses-insanos-em-busca-de-diversão, excluídos das festas de aparelhagens de Belém Brega City, estarão discotecando em um único lugar. Sem concorrência. Para você, que tem aversão a roda punk, ficar dançando e, quem sabe, depois de alguns drinks, meter a cara nela e adquirir uma nova experiência para o seu currículo. Os tambores militares e escolares estão rufando para o Dead Fish. Nesse 7 de Setembro, esqueça o falso patriotismo de "Independência ou morte!", e, ao invés disso, divirta-se e grite: "Ei, Dead Fish! Vai tomar no cu!". E assim, expresse a sua vontade reprimida, de amor ou ódio por essa banda. E seja bem sucedido, certo?
sábado, 6 de setembro de 2008
DEAD FISH em Belém
O mês de Setembro chega à Cidade das Mangueiras. O Brasil se prepara para mais uma comemoração da independência. As escolas, os militares e os cidadãos se organizam. Os tambores, os pratos e trompetes começam a fazer barulho nesta cidade para a celebração do Sete de Setembro. No entanto, em algum casarão sujo da Cidade Velha, a Abunai Produções, fazendo jus a essência punk de seu criador, ignora tudo isso e resolve fazer o seu barulho. O barulho do Hardcore Capixaba da mais bem sucedida banda de Punk/Hardcore nacional: Dead Fish. Pela segunda vez em Belém, eles trazem na bagagem, 17 anos de estrada, oito CDs (sendo seis na fase independente), um DVD, prêmios nas mídias especializadas e muitos fãs. Depois de sair da fase independente e ficarem reconhecidos nacionalmente com dois CDs e um DVD lançados pela gravadora Deckdisk, o Dead Fish assume uma nova formação com a saída do guitarrista Hóspede (Aditive). Agora, eles parecem voltar as suas raízes old school/independente, que irá trazer, sem dúvida, um sentimento nostálgico para os fãs, principalmente, os mais velhos, que acompanham o DF desde o primeiro Cd "Sirva-se". Depois de três anos, eles reaparecem por estas bandas nesta solene data de 7 de Setembro, quando todos aguardam o desfile militar com as bandeirinhas do Pará e do Brasil e se dizem "patriotas desta terra amada", eles retornam para dizer que as coisas não se resolvem dessa forma, e com a mesma essência que fez o Dead Fish sobreviver por todos estes anos.A abertura fica por conta dos Rennegados, com o seu Hardcore agressivo e crítico, e MB-4, direto da Floresta Amazônica, e um Hardcore melódico moderno. Para agradar a todos. E para você que está pensado: "Agradar a todos? Até pareci que eu, um rapaz moderno e descolado, vou entrar nessas rodas. Nem gosto desse som e nunca ouvir falar dessas bandas." A festa é para agradar a todos mesmo. Esqueça rótulos e preconceitos. Todos serão iguais e tratados da melhor maneira, injetando nas suas mentes aquilo que você mais adora: música. De qualidade. Nas pickp ups: Se Rasgum, Coletivo Pogobol, Meachuta!, Faca (Bulhufas) e Diego Lima. Pela primeira vez, os DJs que agitam as noites dos jovens-belenenses-insanos-em-busca-de-diversão, excluídos das festas de aparelhagens de Belém Brega City, estarão discotecando em um único lugar. Sem concorrência. Para você, que tem aversão a roda punk, ficar dançando e, quem sabe, depois de alguns drinks, meter a cara nela e adquirir uma nova experiência para o seu currículo. Os tambores militares e escolares estão rufando para o Dead Fish. Nesse 7 de Setembro, esqueça o falso patriotismo de "Independência ou morte!", e, ao invés disso, divirta-se e grite: "Ei, Dead Fish! Vai tomar no cu!". E assim, expresse a sua vontade reprimida, de amor ou ódio por essa banda. E seja bem sucedido, certo?
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